LIÇÕES PARA JOVENS JORNALISTAS OU DINOSSAUROS: A PALAVRA DO REPÓRTER QUE DERRUBOU UM PRESIDENTE!
   
   
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quinta-feira, 05 de junho de 2008


[Entrevistas]

BERT KEIZER, O MÉDICO QUE MATA ( SE O PACIENTE PEDIR PARA MORRER)

Relato de um encontro com um personagem fascinante: o médico-filósofo que tenta salvar vidas mas , a pedido dos pacientes, pode também ajudá-los a morrer

Publicado por Geneton Moraes Neto às 01:55 PM

[Entrevistas]

THEODORE VAN KIRK, NAVEGADOR DO AVIÃO QUE JOGOU A BOMBA ATÔMICA EM HIROSHIMA

O HOMEM QUE PARTICIPOU DAQUELE QUE JÁ FOI CONSIDERADO “O MAIS VIOLENTO ATO DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE” - O LANÇAMENTO DE UMA BOMBA ATÔMICA SOBRE A CIDADE DE HIROSHIMA, NO JAPÃO – DIZ QUE HOJE SE LEMBRA DAS VÍTIMAS “UMA VEZ POR MÊS,EM MÉDIA”

Publicado por Geneton Moraes Neto às 01:22 PM

domingo, 25 de maio de 2008


[Entrevistas]

CARL BERNSTEIN, O REPÓRTER DO CASO WATERGATE


ATENÇÃO, ESTUDANTES DE JORNALISMO! EIS AS LIÇÕES DO REPÓRTER QUE DERRUBOU UM PRESIDENTE!


Publicado por Geneton Moraes Neto às 09:35 PM

quarta-feira, 19 de março de 2008


[Leituras]

PAULO FRANCIS, O "LOBO HIDRÓFOBO", RESSURGE EM "CARNE VIVA"

Quando Paulo Francis entrou na redação do Fantástico, para uma “visita de cortesia”, produziu em torno si uma onda de silêncio que misturava curiosidade e reverência. O homem era uma estrela. Mas, “humildemente”, veio agradecer o destaque o programa tinha dado, na véspera, à entrevista que fiz com ele.

Publicado por Geneton Moraes Neto às 07:12 PM

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008


[O Estado Geral das Coisas: Notas (Quase) Diárias]

UMA ENTREVISTA SOBRE JORNALISMO, LIVROS-REPORTAGEM, INTERNET, CELEBRIDADES E TUDO O QUE VAI PELO AR

Do site de Paulo Polzonoff Jr (http://www.polzonoff.com.br/entrevista-com-geneton-moraes-neto.htm#more-1016):


"Conheci Geneton Moraes Neto num destes bons acasos que a internet é (ou era) capaz de propiciar. Estava em casa, na Urca, fazendo provavelmente nada, quando recebi um e-mail dele me convidando para jantar. Os desdobramentos desta história tiveram seus momentos de angústia e alguma tragédia. Mas a amizade permaneceu.

Desde então, sempre que nos encontramos, discutimos longamente sobre as coisas – este assunto delicioso que parte do cheiro de um queijo e, meia hora depois, está no centro de uma revolução capaz de derrubar um presidente. Por algum motivo curioso, nossas conversas são sempre regadas a café. Muito café.


Há muito tempo penso em colocar nossas conversas no papel. Mas há sempre algo impedindo. Geralmente, a preguiça e a má memória. Por causa do lançamento da mais recente coletânea de entrevistas de Geneton Moraes Neto, o Dossiê História, achei a motivação que me faltava.

A longa entrevista que se segue foi feita, infelizmente, à distância. Sem o café e sem as risadas. Pior: sem o grande nada que orienta nossas boas conversas. Nela, o leitor descobrirá um jornalista que todos os dias reza para Nossa Senhora do Perpétuo Espanto, pedindo a ela que jamais – jamais – lhe tire a capacidade de encarar a vida como se estivesse vendo tudo pela primeira vez".

Publicado por Geneton Moraes Neto às 01:22 PM

quinta-feira, 06 de dezembro de 2007


[Entrevistas]

PELÉ

AS CONFISSÕES DO REI PELÉ EM NOVA YORK : O DIA EM QUE O REI SE COMPAROU A BEETHOVEN E MIGUELÂNGELO ( E NÃO É QUE ELE PODE TER RAZÃO ?)

Pelé estava nu quando finalmente consegui vê-lo.

A testemunha ocular da nudez real – o locutor que vos fala – dará daqui a pouco os devidos esclarecimentos sobre a cena.


Trinta e cinco anos depois de ter visto o Rei nu, invado o apartamento novaiorquino de Pelé, na rua 54, em busca de declarações para o Fantástico. A investida foi devidamente recompensada.

Jornalistas entediados espalharam a versão de que Pelé derrapa quando fala. É mentira. Provocado, nosso monarca é perfeitamente capaz de premiar a curiosidade dos repórteres com confissões surpreendentes, cenas de bastidores, eventuais inconfidências.

Aqui, Édson Arantes do Nascimento, a versão terráquea da entidade Pelé, apontará, por exemplo, quais eram os dois únicos defeitos do Rei do Futebol.
Descreverá pressões sofridas para disputar a Copa do Mundo de 1974 pela seleção brasileira. Falará de uma cena inusitada ocorrida nos vestiários do Brasil,no intervalo da final da Copa do Mundo de 1970, no México.

Publicado por Geneton Moraes Neto às 04:38 PM

terça-feira, 27 de novembro de 2007


[O Estado Geral das Coisas: Notas (Quase) Diárias]

DOSSIÊ HISTÓRIA, O LIVRO-REPORTAGEM: A PALAVRA DE TESTEMUNHAS E PERSONAGENS DE FATOS QUE ABALARAM O MUNDO!


O locutor-que-vos-fala interrompe a programação normal para dar uma notícia que parece movida por interesse próprio, mas não é. O leitor caridoso pode se interessar também!

Chega às livrarias esta semana o DOSSIÊ HISTÓRIA , um livro-reportagem que traz o que a TV, por absoluta falta de tempo, não mostra: depoimentos completos, na íntegra, sem qualquer corte. Cenas de bastidores. O que se esconde por trás das reportagens. Os personagens do livro-reportagem são testemunhas e personagens de acontecimentos que, literalmente, abalaram o mundo.

O DOSSIÊ HISTÓRIA - um lançamento da Editora Globo - traz depoimentos do professor de Mohammed Atta, o estudante de aparência pacata que viria a se transformar no chefe dos terroristas que perpetraram o maior ataque terrorista da história, o 11 de Setembro. Atta, um egípcio, chegou à Alemanha para estudar arquitetura. Terminou recrutado por um olheiro da Al-Qaeda. Virou um terrorista suicida. Além do professor, o livro publica entrevistas completas com gente que conviveu intimamente com Mohammed Atta: um retrato falado do super-terrorista.

Você vai encontrar também, no DOSSIÊ HISTÓRIA, um depoimento do palestino que ouviu os segredos de Bin Laden numa caverna no Afeganistão. O que Bin Laden terá dito a ele ? E mais: uma entrevista com o agente alemão que tentou mas não conseguiu salvar os atletas israelenses atacados por terroristas palestinos nas Olimpíadas de Munique; as confissões do ex-soldado nazista que, aos oitenta e cinco anos, fala sem meias palavras sobre as atrocidades que cometeu;
o desabafo do filho de um carrasco nazista que até hoje faz companha contra o pai; o drama da mulher que descobriu que tinha um criminoso de guerra na família. Também: a palavra do militante que causou escândalo na Europa ao declarar que estaria disposto a se sacrificar como homem-bomba. Por fim, o DOSSIÊ HISTÓRIA traz um capítulo extra com um personagem que dá um aula de jornalismo: o "jornalista que derrubou um presidente".

Sou suspeitíssimo para falar, mas, dou um palpite: vale a pena embarcar nesta expedição rumo aos bastidores da história.

DOSSIÊ HISTÓRIA não é tese nem análise. É cem por cento reportagem. O jornalismo vive de quê ? De memória. O papel do repórter, como se sabe, é tentar reconstituir da melhor maneira possível o que aconteceu de importante. Não existe fonte melhor do que a palavra de quem viu e ouviu.

E a palavra de quem viu e ouviu é justamente o que você encontrará em DOSSIÊ HISTÓRIA - que começa a chegar agora às melhores casas do ramo.

Fim do intervalo.

Publicado por Geneton Moraes Neto às 07:40 PM

sexta-feira, 23 de novembro de 2007


[O Estado Geral das Coisas: Notas (Quase) Diárias]

FILOSOFIA BARATA: A VIDA, NO FIM DAS CONTAS, NÃO PASSA DE UMA GLORIOSA COLEÇÃO DE INUTILIDADES. QUER VER ?

Sou capaz de citar de memória a escalação completa do time do Sport Clube do Recife de 1968: Miltão; Baixa, Bibiu, Gílson e Altair: Válter e Vadinho; Dema, Zezinho, Acelino e Fernando Lima.

Faz quase quarenta anos que tento encontrar algum uso para esta lista de nomes.

Não encontrei até agora.

Publicado por Geneton Moraes Neto às 12:11 PM

quarta-feira, 14 de novembro de 2007


[O Estado Geral das Coisas: Notas (Quase) Diárias]

UM LIVRO QUE É UMA VIAGEM: "AFINAL, O QUE VIEMOS FAZER EM PARIS?".

Acaba de sair do forno uma delícia de livro. Título: "Afinal, o que Viemos Fazer em Paris ?". Autor: Alberto Villas. Editora: Globo. Para quem não ligou o autor à obra: Alberto Villas, jornalista, revelou-se um memorialista "de mão-cheia" em "O Mundo Acabou". Ali, ele mistura memória pessoal com memória social com talento, leveza, humor - e competência.

Agora, em "Afinal, o Que Viemos Fazer em Paris", ele parte para uma nova empreitada memorialística sobre um período riquíssimo que viveu: um exílio voluntário em Paris, a partir do início dos anos setenta, época em que os militares diziam para o Brasil o que o Rei da Espanha disse para o presidente da Venezuela outro dia: "Por que não te calas ?".

Publicado por Geneton Moraes Neto às 06:32 PM

domingo, 30 de setembro de 2007


[O Estado Geral das Coisas: Notas (Quase) Diárias]

DESPACHOS SOBRE UM NOVO ENCONTRO COM CARL BERNSTEIN, O REPÓRTER QUE É ÍDOLO DOS REPÓRTERES



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Uma cena inimaginável na noite do Rio de Janeiro: o repórter que derrubou o presidente dos Estados Unidos empunha uma guitarra de madrugada na Urca para tocar rock-and-roll.

Aconteceu agora há pouco, diante de uma reduzidíssima platéia. Quando o concerto improvisado do repórter mais famoso do mundo acabou, há quarenta minutos, o público era formado por exatamente seis espectadores, sentados diante da fera. O abaixo-assinado, enviado especial do Sopa de Tamanco, testemunhou a cena. É ouro puro!

Publicado por Geneton Moraes Neto às 02:51 PM
   
   
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